Archive for the ‘Uncategorized’ Category

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Pois bem…

2 de setembro de 2009

Por enquanto, estarei postando no:

http://bebadaspalavras.blogspot.com/

Vão lá, vão… Eu recomendo!
[rá!]

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Ausente!

1 de maio de 2009

Povo…

Estou indo pra São Paulo…

Virada Cultural!

Domingo, I’ll be back!

Beijos me liguem!

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Profissão…

1 de maio de 2009

Esses dias, andando pela rua, ouvi o seguinte trecho de conversa antes de continuar minha caminhada:

– Você trabalha com o quê?

– Sou pedreiro.

– Ah…

Quantas e quantas vezes não ouvimos pessoas referindo-se à determinada profissão de forma pejorativa?

– Mas você trabalha nisso por que quer?

Sinceramente, não consigo imaginar uma profissão que seja mais ou menos importante do que outra. Cada uma delas tem a sua importância dentro do contexto sócio-cultural no qual está inserida.

O meu trabalho é escrever. Escrever, criar, inventar, adaptar. E então as pessoas vêm me perguntar “Da onde você tira essas idéias pra escrever desse jeito?” Como se eu lá soubesse. Só sei que busquei conhecimentos específicos para fazer isso. Por quê? Porque é o que eu amo fazer. Agora, me coloquem em frente à uma fórmula de equações logarítmicas biquadradas que verão lágrimas de desespero saírem de meus olhos. Mas para quem ama e estuda matemática, o resultado vem logo depois de alguns vários números e cálculos.

Acreditar que a sua profissão é mais importante (ou inteligente, ou difícil) do que qualquer outra é atestado de burrice. E tenho certeza que aquela mesma mulher que eu ouvi na rua diminuindo a profissão de pedreiro com um sutil “Ah…”, não é capaz de fazer uma mistura perfeita de cimento, cal, água (e o que mais?) para manter uma casa em pé durante anos. Como algum pedreiro fez na casa em que ela própria mora. E o que dizer do homem daquela pastelaria, que faz aqueles pastéis que você adora comer mas não conhece ninguém mais que o faça daquele jeito? E as costureiras? Os engenheiros? Os escritores? Dentistas? Técnicos de som? Pintores? Advogados? Roteiristas?

A única coisa que o conhecimento me traz, é a consciência da minha ignorância.

Busque isso também.