h1

Notícias unidas

8 de maio de 2009

Da série: Notícias unidas jamais serão compreendidas!

Bancos dos EUA precisam de mais US$ 75 bilhões, diz teste: Meningite de Davi é bacteriana, diz hospital

h1

Duas certezas

6 de maio de 2009

Quando nascemos, acredito que temos não uma, mas duas certezas:

Que um dia encontraremos a morte.

E que um dia encontraremos o amor.

Mas a graça e a desgraça é que o “quando” será sempre uma icógnita. E um susto.

h1

Em alguma outra toca por aí…

6 de maio de 2009

“Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.”

Michael Jackson

michael-jackson

E antes que digam que eu estou plagiando outros blogs e sites, calma lá! Eu apenas presto homenagem a eles. E, claro, aproveito pra fazer meus comentários subterrâneos sobre esses links peculiares que encontro por aí.

Sem mais delongas, vamos ao que realmente interessa:

Publicidade: Apesar do time não ser lá grandes coisas, a propaganda que a Nike fez ficou sim, show de bola.

Esse mundinho:

Do site da Superinteressante:

Era uma casa… feita de cocô!

“Aproveitando a onda do post anterior de falar sobre a contribuição das vacas para o aquecimento global, aqui vai uma boa dica de como utilizar o esterco bovino para ajudar o meio ambiente: fabricando tijolos!”

Sim, essa merda é de verdade. Sim, isso existe. Não, não me interesso. Mas se você se interessar, aqui vai o link para o restante dessa bosta de matéria: Era uma casa… feita de cocô!

Futebol: Presidente do Botafogo pede o título brasileiro para os jogadores.

Ouvi batos que o pedido foi feito aos jogadores do São Paulo.

Nós vamos colocar fogo nesse campeonato.” Disse o dirigente. E algo me diz que a prévia já aconteceu…

E chega de plág… digo, de homenagens por hoje.

Beijomiliga!

h1

De volta…

6 de maio de 2009

Virada Cultural.

Um mar de gente, uma loucura.

24 horas de shows paralelos. A cada esquina virada, algo completamente diferente acontecendo. Espetáculos teatrais nas ruas, circenses descendo arranha-céus de rapel, dançarinos contemporâneos bailando com escavadeiras, 20 anos sem Raulzito, Cordel do Fogo Encantado, Marcelo Camelo, Novos Baianos, Zeca Baleiro, Gafieira, Clube do Balanço.

Uma loucura.

Rua 25 de março, bugigangas; Rua José Paulino, roupas; bairro da Liberdade, comidas orientais; MASP; Museu do Futebol; Pinacoteca; Estação da Luz; Mercado Municipal, bolinho de bacalhau.

Tudo isso, a pé. Pernas doendo, noites curtas, corpo cansado.

E com os amigos, as risadas nunca acabam. Apenas cessam deixando um gostinho de “quero muito mais”.

E não valeu a pena?

h1

Ausente!

1 de maio de 2009

Povo…

Estou indo pra São Paulo…

Virada Cultural!

Domingo, I’ll be back!

Beijos me liguem!

h1

Profissão…

1 de maio de 2009

Esses dias, andando pela rua, ouvi o seguinte trecho de conversa antes de continuar minha caminhada:

– Você trabalha com o quê?

– Sou pedreiro.

– Ah…

Quantas e quantas vezes não ouvimos pessoas referindo-se à determinada profissão de forma pejorativa?

– Mas você trabalha nisso por que quer?

Sinceramente, não consigo imaginar uma profissão que seja mais ou menos importante do que outra. Cada uma delas tem a sua importância dentro do contexto sócio-cultural no qual está inserida.

O meu trabalho é escrever. Escrever, criar, inventar, adaptar. E então as pessoas vêm me perguntar “Da onde você tira essas idéias pra escrever desse jeito?” Como se eu lá soubesse. Só sei que busquei conhecimentos específicos para fazer isso. Por quê? Porque é o que eu amo fazer. Agora, me coloquem em frente à uma fórmula de equações logarítmicas biquadradas que verão lágrimas de desespero saírem de meus olhos. Mas para quem ama e estuda matemática, o resultado vem logo depois de alguns vários números e cálculos.

Acreditar que a sua profissão é mais importante (ou inteligente, ou difícil) do que qualquer outra é atestado de burrice. E tenho certeza que aquela mesma mulher que eu ouvi na rua diminuindo a profissão de pedreiro com um sutil “Ah…”, não é capaz de fazer uma mistura perfeita de cimento, cal, água (e o que mais?) para manter uma casa em pé durante anos. Como algum pedreiro fez na casa em que ela própria mora. E o que dizer do homem daquela pastelaria, que faz aqueles pastéis que você adora comer mas não conhece ninguém mais que o faça daquele jeito? E as costureiras? Os engenheiros? Os escritores? Dentistas? Técnicos de som? Pintores? Advogados? Roteiristas?

A única coisa que o conhecimento me traz, é a consciência da minha ignorância.

Busque isso também.

h1

Gripes

29 de abril de 2009

Primeiro, a Gripe Espanhola, depois a Gripe Asiática, aí veio a Gripe do Frango e, a última, Gripe Suína.

Agora eu pergunto:

Mamãe Natureza, quando é que a senhora vai criar uma gripe contra políticos corruptos?

Porque darwinismo é para os fracos.